1. O fluxo completo está no mesmo lugar?
Atendimento, coleta, análise, liberação e entrega do resultado devem estar ligados. Quando cada etapa fica num programa ou numa planilha diferente, exames se perdem e a equipe retrabalha.
2. Os laudos usam a referência certa?
Confira se o sistema aceita valores de referência por idade e sexo, faz cálculos sozinho e mostra o histórico do paciente. Isso evita erro de digitação e dá segurança na liberação.
3. As etiquetas funcionam na sua impressora?
Peça para testar a etiqueta na impressora que o laboratório já tem. Etiqueta cortada ou fora do lugar atrasa a coleta todos os dias.
4. Conversa com o laboratório de apoio?
Se o laboratório terceiriza exames, a integração com o apoio economiza digitação, reduz erros no pedido e traz o resultado de volta sozinho.
5. O financeiro acompanha cada atendimento?
O ideal é que o pagamento entre no caixa no momento do atendimento e que convênios fiquem separados dos pacientes particulares.
6. Cada pessoa tem o seu acesso?
Recepção, analistas e gestão precisam de permissões diferentes, e o sistema deve guardar o histórico do que cada um fez. Pergunte também onde ficam os dados e se eles são separados dos de outros laboratórios.
Onde o SISLAC entra
O SISLAC foi feito para cobrir todos esses pontos: fluxo completo, laudos com referência por idade e sexo, etiquetas com código de barras, integração com o Álvaro, financeiro e acesso individual com histórico. Cada laboratório tem o seu próprio banco de dados, e a conta é gratuita.